arte viva . natureza . tradição ancestral . experiências
quem somos nós?
Nós
A Cuatro Vientos é uma co-criação entre Johnny Gregolin e Mariana Noronha. Nosso trabalho se inspira na forma como diferentes culturas ao longo da história, e de todo o planeta, observaram e se inspiraram na natureza e seus ciclos para viver em harmonia, equilíbrio e bem-estar.
Na Cuatro Vientos, tudo isso também se expressa como arte, práticas culturais e experiências em território como formas de investigação sensível sobre presença, percepção e relação com o mundo. Um caminho com estudo e acompanhamento de tradições culturais vivas, que preservam conhecimentos acumulados ao longo de gerações sobre formas de aprender com o tempo, com o corpo e com a paisagem.
Parte desse caminho acontece dentro da tradição do Fogo Sagrado de Itzachilatlan, uma instituição reconhecida internacionalmente por ser perpetuadora de uma tradição viva e oral dos povos nativos da américa, transmitidas ao longo de gerações.
O Ateliê Cuatro Vientos é um espaço de criação viva, de experiências, de instrumentos de poder e arte consagrada.
Criamos instrumentos utilizados em contextos cerimoniais, compreendendo cada peça como uma extensão do corpo e da prática ritual (instrumentos de poder). O ateliê também é um espaço de aprendizado contínuo, onde técnica, conhecimento ancestral e cuidado com os materiais caminham juntos.
Aqui, a arte não é compreendida como um simples objeto ou produto, mas como prática viva, feita com presença, intenção e responsabilidade.
Nosso propósito:








Facilitar encontros que promovam clareza, reconexão, bem estar, escuta e responsabilidade coletiva.
A Cuatro Vientos cria espaços seguros e respeitosos onde pessoas podem vivenciar tradições ancestrais de forma consciente, compreendendo:
- seus fundamentos
- seus limites
- suas origens culturais
Acreditamos que essas experiências ajudam a cultivar equilíbrio na vida contemporânea, aproximando arte, espiritualidade, natureza, conhecimento e comunidade.
Mais do que transmitir conhecimentos culturais, nosso trabalho também busca relembrar algo que é intrínseco ao ser humano: a relação profunda com a natureza e com seus ciclos.
Ao longo da história, muitas tradições ancestrais preservaram formas de compreender a Terra como um organismo vivo. Ao entrar em contato com esses territórios e práticas, as pessoas podem recordar a importância de cuidar das suas relações:
- com a natureza
- com a comunidade
- e consigo mesmas.
Nosso trabalho é guiado pelo compromisso com:
- transmissão responsável
- respeito às linhagens
- valorização da diversidade dos povos originários
- reconexão com a natureza como fonte de aprendizado e equilíbrio
- diálogo entre saberes tradicionais e reflexões contemporâneas (incluindo ciência e estudos sobre percepção e experiência humana).
Um Caminho em Construção
A Cuatro Vientos compreende seu trabalho como um caminho vivo, construído ao longo do tempo por meio da prática, do estudo e do acompanhamento contínuo dentro do Fogo Sagrado de Itzachilatlan e outras tradições.
Seguimos honrando essa tradição e respeitando todas as demais linhagens, tradições e caminhos espirituais, entendendo que cada uma carrega sua própria história, território e forma de cuidar da vida.
Johnny Gregolin
Johnny Gregolin Tlecuauhtl é empreendedor, sócio-proprietário da Cuatro Vientos, artista e líder de cerimônias reconhecido pelo Fogo Sagrado de Itzachilatlan. É membro do Conselho do FSI Brasil, tendo participado de ritos tradicionais como a Busca de Visão, além de ser dançante do Sol em círculos cerimoniais no Brasil e no México.
Johnny é reconhecido pelo FSI como artista consagrado e líder de Cerimônia de Meia Lua e Temazcal de Nutrição, além de ser guia de Temazcal das Relações.
Seu trabalho também se expressa através da criação de instrumentos de poder, especialmente sonajas, abanicos, bastões, chanupas, e tambores, desenvolvidos a partir de anos de prática, estudo técnico e vivência cerimonial.
Mariana Noronha
Mariana Noronha Metzxolotzin é cofundadora da Cuatro Vientos, jornalista, artista, cantora, reconhecida como condutora de Temazcais e artista consagrada pelo Fogo Sagrado de Itzachilatlan do Brasil. É membro do Conselho de Busca de Visão do FSI, danzante de Luna no círculo Chalchiuhtekpatl Mihtotia, no México, e integrante do grupo de tambor da Dança do Sol do FSI Brasil.
Mariana é uma pesquisadora de experiências profundas que busca traduzir o conhecimento em arte, narrativa e vivências que expandem a percepção das pessoas. Dedica-se ao estudo e à prática de cantos tradicionais, bem como ao bordado e à arte consagrada. É artista visual, e estrategista de conteúdo digital.
